O contrato de março da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) terminou esta segunda-feira (9) em leve baixa de 4,50 pontos e 0,40%, cotado a US$ cents 1.110,75/bushel. O vencimento de maio recuou 3,75 pontos e 0,33%, a US$ cents 1.125,00/bushel.Em relação aos derivados, o óleo subiu 2,46%, enquanto o farelo caiu 1,91%.Neste pregão, o mercado realizou lucros, tendo em vista o ganho de quase 5% acumulado na última semana. Além disso, pressionou as cotações a perspectiva de safra recorde no Brasil, conforme a colheita avança no país sul-americano, de maneira mais rápida do que o observado na média das últimas temporadas.Amanhã (9), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda, devendo elevar a expectativa para a safra 2025/26 do Brasil, atualmente estimada em 178 milhões de toneladas. É praticamente consenso entre consultorias privadas que o país colherá mais de 180 milhões de toneladas da oleaginosa neste ano; a DATAGRO projeta 182,3 milhões de toneladas.Limitando maiores perdas, a demanda internacional segue aquecida pela soja norte-americana. Mais cedo, o USDA divulgou o relatório semanal de embarques da última semana – até o dia 5 de fevereiro –, indicando exportações de 1,136 milhão de toneladas de soja, volume em linha com as projeções do mercado de entre 800 mil toneladas e 1,6 milhão de toneladas.Ademais, exportadores norte-americanos relataram ao USDA uma venda de 264 mil toneladas de soja para a China, com entrega programada para o ano comercial 2025/26.