O contrato de março da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta quarta-feira (18) em viés de baixa de (-0,50 ponto e 0,04%), cotado a US$ 1.133,50/bushel, mas ganho na parcial da semana de 0,04%. Já o vencimento de maio fechou em viés de alta (+0,25 e 0,02%), aos US$ 1.149,00/bushel – valorização na semana de 0,04%.Em relação aos derivados, o farelo cedeu 0,62%, enquanto que o óleo disparou 2,27%. Agentes do mercado monitoram a notícia de que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) deverá submeter à Casa Branca, esta semana, as cotas propostas para a mistura de biocombustíveis em 2026, para revisão final.Neste pregão, os preços foram pressionados pelo movimento de realização de lucros, tendo em vista as altas nas últimas sessões, bem como pelo feriado do Ano Novo Lunar em parte da Ásia e pela perspectiva de safra recorde no Brasil, principal exportador global da oleaginosa.Também pesou sobre às cotações a valorização do dólar perante as principais moedas globais, com alta de 0,60% do DXY, fator que desfavorece as exportações norte-americanas.As perdas foram limitadas pela expectativa de uma maior compra da China por soja norte-americana, após falas do presidente Donald Trump indicaram uma procura maior do país asiático pelo produto norte-americano.Ademais, a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa), que respondem por cerca de 95% da soja processada nos Estados Unidos, informou que o país esmagou 6,03 milhões de toneladas da oleaginosa no mês, o maior volume para o período.
Solicite uma proposta da nossa equipe comercial
Torne-se um cliente DEAG
Clique aqui
Notícias do setor
Acompanhamento do mercado agrícola
Informativos nacionais
Principais exigências do mercado internacional
Relatórios mensais e dados históricos dos processos DEAG
Determinações da Aduana Brasileira